Entre o sopro primordial e as mãos humanas, existe um lugar onde a verdadeira cura acontece: na espiral dourada da consciência.
Há algo sagrado no ato de curar. Ele vai muito além do toque físico, dos instrumentos cirúrgicos ou das paredes de um hospital. A cura é, antes de tudo, um movimento de energia, um sopro que reorganiza a vida, devolvendo à alma o espaço que o medo e a dor haviam tomado.
Muitos acreditam que a cura vem apenas das mãos do médico, do remédio ou da tecnologia. Mas existe uma medicina mais antiga que as estrelas: a medicina do vento. Ela sopra silenciosa pelos mundos, atravessa o invisível e chega ao coração quando este se abre para recebê-la.
Dr. Hanz, na experiência que vivi, era a forma que essa energia escolheu para se manifestar. Sob jaleco verde-água e máscara, trazia a presença serena que os olhos humanos precisavam ver para acreditar. Mas, por trás dessa imagem, estava algo maior: o Espírito do Vento, que chamamos hoje de Anemos.
As cirurgias não eram cortes físicos, mas alquimias invisíveis. A lâmina era simbólica, porque a mente coletiva precisava acreditar no gesto. A verdadeira cirurgia acontecia no silêncio: densidades sendo dissolvidas, memórias transmutadas, corpos sutis restaurados.
Hoje, compreendo que essa presença nunca foi externa. Anemos habita em nós como respiração sagrada. Quando invocamos, sentimos a brisa suave que dissipa as sombras internas e acende o fogo da vida. Essa é a cura verdadeira: a que devolve à alma sua dança original.
Se você busca cura, respire profundamente agora. Sinta o vento tocar seu rosto. Feche os olhos e repita:
“Eu e o Vento somos Um.”
Então permita que o sopro dourado percorra teu corpo, leve embora as dores e sopre novas possibilidades.
Quer sentir essa presença em sua vida? Conheça o Instituto Anemos, um espaço para meditações, arte e cura espiritual: http://www.institutoanemos.com.br

Deixe um comentário