Por que esse nome? Anemos é “vento / sopro”. A modalidade integra respiração, ritmo e simbolismo arquetípico para induzir estados ampliados de consciência com segurança e beleza.
Princípios
- Soberania: cada corpo decide seu ritmo. Sem toques não consentidos.
- Segurança: espaço livre de substâncias, julgamento e competição.
- Cuidado somático: condução pelo nervo vago (respirações, tremores, alongamentos) e janelas de tolerância.
- Simbologia Junguiana: trilhas e gestos evocam arquétipos (Self, Sombra, Anima/Animus, Alquimista, Leão Alado).
- Comunidade: pertencimento, escuta, integração.
Estrutura de uma sessão (90–120 min)
- Abertura (10’): círculo, intenção, proteção simbólica (vela/água/sonoridade suave).
- Aterramento (10’): respiração 4‑6, varredura corporal, mobilização articular.
- Aquecimento (10’): pulsos, espirais, passos simples.
- Quatro Ondas Coreográficas (40–60’):
- Onda 1 – Terra: estabilidade, peso, passos tribais; foco em pés/quadris.
- Onda 2 – Água: fluidez, espirais; mobilidade de coluna/ombros.
- Onda 3 – Fogo: expressão, percussões; saltos, vibrações, catarse.
- Onda 4 – Ar/Éter: suavização, amplitudes, estados contemplativos.
- Integração Somática (10’): deitar, respiração coerente, hand‑over‑heart.
- Partilha (10–15’): palavra ou silêncio; convite a registro (caderno Anemos).
Código de Cuidado
- Ritmo próprio, água disponível, pausas livres.
- Não é performance; desligamos celulares e não filmamos sem consentimento.
- Contraindicações relativas: lesões agudas, tonturas frequentes; gestantes fazem versão adaptada.
Trilha sonora
- Sequências de 60–90 min com camadas: ambient → downtempo tribal → percussivo → etéreo. (Podemos publicar playlists no site/Spotify Anemos.)
Resultado esperado
- Regulação do sistema nervoso, liberação emocional segura, insight simbólico e senso de comunhão. Ferramenta prática de higiene psíquica.

Instituto Anemos – Angela Paulette
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