Imagem gerada no Sora.
“Um texto breve sobre maternidade arquetípica, cuidado e pertença.”
Em 2 de fevereiro, muitas pessoas celebram Iemanjá, mãe nutridora e rainha das águas, presença viva nas tradições afro-brasileiras. Seu símbolo se associa ao mar, ao acolhimento e à força que sustenta a vida em movimento.
Na linguagem dos arquétipos, Iemanjá pode ser contemplada como expressão da Grande Mãe: o princípio do cuidado que alimenta, protege, envolve e devolve ao ser humano uma sensação íntima de pertença. A água, nesse sentido, não é apenas elemento natural: é metáfora do que regenera, do que lava o excesso, do que amolece a rigidez e permite recomeços.
“Com respeito às tradições afro-brasileiras e às suas comunidades guardiãs.”
Honrar a Grande Mãe é recordar que nutrir não é somente “dar”, mas também criar condições de segurança para que a vida floresça: no corpo, na alma, nas relações e na comunidade. É reconhecer a ternura como força, e a proteção como presença.
Neste 2 de fevereiro, que cada pessoa possa se aproximar desse arquétipo com respeito e profundidade, pedindo tudo aquilo que mais precisa.
Qual palavra você oferece às águas hoje: proteção, nutrição, ou descanso?
Texto e Imagem: Instituto Anemos – A. Paulette

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