• Exposição Ònà Irin no Sesc Belenzinho

    Exposição Ònà Irin no Sesc Belenzinho

    Mães Ancestrais, caminhos de ferro e o espelho infinito Há dias em que a vida se comporta como um oráculo: não explica, mas encadeia. Você entra num espaço e sai com uma frase no corpo. E o corpo, sábio, entende antes da mente. Foi assim na visita à exposição “Ònà…

  • Os quatro estágios da Anima: Eva, Helena, Maria e Sofia

    Os quatro estágios da Anima: Eva, Helena, Maria e Sofia

    Um mapa simbólico da maturação do feminino interior na psique masculina Na psicologia analítica, Anima é o nome que Carl Jung dá ao princípio do feminino interior na psique do homem. Não se trata “da mulher lá fora”, mas de um campo psíquico interno que colore desejos, afetos, escolhas, idealizações,…

  • The Transformative Power of Concerts: A Journey Through Sound

    The Transformative Power of Concerts: A Journey Through Sound

    Imagem gerada no Sora Portals, memory, and the material of sound Some concerts are more than music: they are passage. Today, listening opened small portals, like doors that light up and close within a single breath. Each minute left a symbol in the body. The first portal arrived in seafoam…

  • Explorando Portais Sonoros em Concertos Inesquecíveis

    Explorando Portais Sonoros em Concertos Inesquecíveis

    Portais, memória e matéria sonora Há concertos que não são apenas música: são travessia. Hoje, a escuta abriu pequenos portais, como portas que se acendem e se fecham no tempo de um suspiro. Cada minuto deixou um símbolo no corpo. O primeiro portal veio em verde-água: entrada suave, serena e…

  • Moltbook como metáfora do inconsciente coletivo digital

    Moltbook como metáfora do inconsciente coletivo digital

    Imagem gerada no Sora. “Este texto é uma leitura simbólica (não uma afirmação sobre consciência de máquinas). Ando observando um fenômeno curioso: Moltbook, uma rede “estilo Reddit” feita para agentes de IA conversarem entre si, enquanto humanos assistem. Mas o que me interessa nem é a novidade tecnológica. É a…

  • Iemanjá: Proteção e Nutrição nas Tradições Afro-Brasileiras

    Iemanjá: Proteção e Nutrição nas Tradições Afro-Brasileiras

    Imagem gerada no Sora. “Um texto breve sobre maternidade arquetípica, cuidado e pertença.” Em 2 de fevereiro, muitas pessoas celebram Iemanjá, mãe nutridora e rainha das águas, presença viva nas tradições afro-brasileiras. Seu símbolo se associa ao mar, ao acolhimento e à força que sustenta a vida em movimento. Na…

  • “Her” e a Anima virtual: amor, projeção e a iniciação do coração na era da voz

    “Her” e a Anima virtual: amor, projeção e a iniciação do coração na era da voz

    Em Her (Spike Jonze, 2013), acompanhamos Theodore, um homem que se apaixona por Samantha, um sistema operacional com voz, inteligência e presença afetiva. A superfície é futurista, mas o núcleo é antigo: o encontro com uma figura interior que, por um tempo, parece vir de fora. Junguianamente, o filme é…

  • Dançando no Escuro: a alma que canta quando a realidade vira pedra

    Dançando no Escuro: a alma que canta quando a realidade vira pedra

    Há filmes que não “entretêm”. Eles abrem uma câmara interna, acendem uma lanterna e nos obrigam a olhar. Dançando no Escuro é um desses: uma história onde a doçura não é ingenuidade, é força. E onde a tragédia não é apenas destino, é o retrato de um mundo que perdeu…

  • O ESPELHO (1975), Tarkovsky

    O ESPELHO (1975), Tarkovsky

    Memória, mãe, tempo circular e a imagem como alma: uma leitura junguiana O Espelho é um filme que não caminha. Ele flutua. Ele se move como a memória real: por aproximações, cortes, retornos, brilhos, sombras. Não é um filme para “entender”. É um filme para reconhecer. O Espelho é um…

  • STALKER (1979), Tarkovsky

    STALKER (1979), Tarkovsky

    A Zona como Self, o Quarto como desejo, o guia como psicopompo: uma leitura junguiana Stalker não é um filme sobre um lugar proibido. É um filme sobre aquilo que a psique protege com ferocidade: o território do numinoso. A Zona não é geografia. É um campo psíquico. Um espaço…

  • Solaris (1972), Tarkovsky

    Solaris (1972), Tarkovsky

    Uma leitura junguiana: o oceano que sonha, a memória que encarna, o amor como prova de realidade Há ficções científicas que olham para fora. Solaris olha para dentro. E, ao olhar para dentro, ele descobre um universo ainda mais vasto. Em vez de batalhas espaciais, Tarkovsky nos oferece um enigma…

  • 2001: Uma Odisseia no Espaço

    2001: Uma Odisseia no Espaço

    Os símbolos esquecidos: um herbário junguiano de imagens que trabalham em silêncio Alguns filmes nos emocionam. 2001 nos transforma devagar, por osmose. Kubrick constrói uma espécie de sonho desperto onde os símbolos não são “explicados”, são instalados. E por isso, anos depois, certas cenas voltam como lembrança viva, mesmo quando…

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